Uma Justa Lembrança no Dia Internacional da Mulher

Esta é minha moção de admiração, carinho e gratidão a Deus por cada mulher que este artigo alcançará o coração.

Você já entregou sua vida ao Senhor?

A leitura do Salmo 22 atinge um clímax na declaração de Davi.

Capas para Facebook - 2ª Parte

Frases selecionadas.

Habemus Papam e/ou Habemus Christum?

Uma mera reflexão sobre a declaração "temos Papa".

A Intimidade com Deus

Deve-se pensar em uma intimidade genuína, espiritual, sim, todavia, centrada na Palavra de Deus.

30/12/2010

ALEGORIAS DO ANO NOVO


Juntamente com as comemorações de ano novo emana a esperança de uma etapa melhor em cada pessoa, não importando sua cultura, raça ou sexo. Esse sentimento certamente habitava no povo babilônico há 2.800 a.C. (primeiras referências a uma comemoração de passagem de ano), passando pelo Imperador Júlio César em 46 d.C. até hoje, consolidado na maioria dos países. 

Ano novo, fogos e barulho. Esta é uma conbinação esperada no mundo inteiro. Podemos imaginar os fogos de artifício estourando em meio aos buzinaços dos carros, apitos e gritos de alegria da multidão. Há quem diga que tanto estardalhaço serve para espantar os maus espíritos (como se fosse possível!). Não é atoa que esta festa é considerada a mais barulhenta do mundo. Todavia, a grande verdade é que todos se reúnem para celebrar o novo. 

Ano novo, roupa nova. Tradições fazem parte deste tempo. Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o desejo de renovação em 2011. Este costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova. Muitos optam pelo branco. No final, todos querem celebrar a chegado do novo tempo. 

Em muitas partes do mundo o ano novo será comemorado com esplendor. A Time Square americana, as pessoas nas janelas das casas portuguesas batendo panelas para festejar, a visão deslumbrante dos franceses frente a Torre Eifell, as doze uvas sendo comidas por cada espanhol à meia-noite, a multidão brasileira na praia de Copacabana, etc... todos estarão felizes pelo novo ano que se aproxima. 


A Igreja de Jesus tem motivos muito mais excelentes para celebrar o novo, o ano novo. Valendo-me de uma alegoria bíblica, vejo Deus declarando a importância de um novo ano: “Este mês vos será o principal dos meses; será o primeiro mês do ano” (Ex 12.2). Janeiro poderá ser o principal mês de sua vida. Geralmente o temos como o mês do descanso. Mas, por que não fazemos dele o mês do concerto com Deus? Do compromisso com Deus? Da obediência a Deus? 

Usando novamente um princípio alegórico, vejo Deus no primeiro mês destacando uma das principais festas de Israel: “no mês primeiro, aos catorze do mês, no crepúsculo da tarde, é a Páscoa do SENHOR” (Lv 23.5). Quem sabe não será neste tempo, no primeiro mês do ano, que você irá refletir sobre a importância da Páscoa, da saída do Egito, das trevas, da morte. O cordeiro foi morto, lembre-se! 

Alegorizando, lembro-me de Jesus declarando: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor” (Lc 4.18-19). Este pode ser o ano aceitável do Senhor em sua vida; permita que o Espírito Santo de Deus o guie no cumprimento de Sua vontade e Missão. Sim, celebre o ano novo; mas o faça com determinação de mudança genuína. 

Rev. Ângelo Vieira da Silva

28/12/2010

COMEMORAR O NATAL É BÍBLICO?

É claro que, ao observamos as Escrituras, constataremos que não existem ordenanças especificas aos crentes quanto a celebração do Natal. De fato, o Natal não era observado como uma festividade até muito após o período bíblico. Não foi antes de meados do século V ou durante o VI que o Natal recebeu algum reconhecimento oficial. Mas, a pergunta que precisamos fazer é: é correto comemorar o natal? É bíblico? 

Nós cremos que o celebrar o Natal não é uma questão de certo ou errado, visto que Rm 14.5-6 nos fornece a liberdade para decidir se observaremos ou não dias especiais: um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus. De acordo com esses versos, um cristão pode, legitimamente, separar qualquer dia — incluindo o Natal — como um dia para o Senhor. Cremos que o Natal proporciona aos crentes uma grande oportunidade para exaltar Jesus. 

Primeiro, a temporada de Natal nos lembra das grandes verdades da Encarnação. Recordar as verdades importantes sobre Cristo e o evangelho é um tema prevalecente no Novo Testamento (I Co 11.25; II Pedro 1.12-15; II Ts 2.5). A verdade necessita de repetição, pois nós facilmente a esquecemos. Assim, devemos celebrar o Natal para recordar o nascimento de Cristo e nos maravilhar ante o mistério da Encarnação. 

Segundo, o Natal também pode ser um tempo para adoração reverente. Os pastores glorificaram e louvaram a Deus pelo nascimento de Jesus, o Messias. Eles se regozijaram quando os anjos proclamaram que em Belém havia nascido um Salvador, Cristo o Senhor (Lc 2.11). O bebê deitado na manjedoura naquele dia é nosso Senhor, o “Senhor dos senhores e Rei dos reis” (Mt 1.21; Ap 17.14). 

Finalmente, as pessoas tendem a serem mais abertas ao evangelho durante as festividades de Natal. Devemos aproveitar desta abertura para testemunhar a eles da graça salvadora de Deus, através de Jesus Cristo. O Natal é principalmente sobre o Messias prometido, que veio para salvar Seu povo dos seus pecados. A festividade nos fornece uma maravilhosa oportunidade para compartilhar esta verdade. 

Embora nossa sociedade tenha deturpado a mensagem do Natal através do consumismo, dos mitos e das tradições vazias, não devemos deixar que estas coisas nos atrapalhem de apreciar o real significado do Natal. Aproveitemo-nos desta oportunidade para lembrar dEle, adorá-Lo e fielmente testemunhar dEle.

14/12/2010

DIZIMO E 13º SALÁRIO

Com o advento do fim de ano a gratificação de Natal, popularmente conhecida como décimo terceiro salário, chega para alegrar as famílias dos trabalhadores de nosso país. Instituído desde 1962, o 13º salário tem sua base de cálculo a remuneração devida no mês de dezembro do ano em curso, considerado o valor bruto sem dedução ou adiantamento. 

O dízimo bíblico é uma contribuição proporcional. Como afirma o Presb. Solano Portela, este é um dos princípios neo-testamentários acerca do dízimo: “Deus espera que a nossa contribuição seja proporcional aos nossos ganhos, ou seja, devemos contribuir proporcionalmente”. 

A partir do texto I Co 16.2-3 (“No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder, conforme tiver prosperado, guardando-o, para que se não façam coletas quando eu chegar”) Portela demonstra o princípio deste ensinamento bíblico. 

É óbvio que Paulo espera uma contribuição sistemática, pois ele diz que ela deveria ser realizada aos domingos (no primeiro dia da semana), que é quando os crentes se reuniam. O versículo é muito rico em instrução, demonstrando até a propriedade de nos reunirmos e cultuarmos ao Senhor aos domingos, contra os ensinamentos dos sabatistas, Testemunhas de Jeová e, agora, até da Valnice Milhomens, de que deveríamos voltar ao Velho Testamento e estarmos guardando o sábado, o sétimo dia da semana. 

Paulo, pela inspiração do Espírito Santo, nos ensina que temos que contribuir conforme Deus permitir que prosperemos, ou seja, conforme os nossos ganhos, e isso inclui o 13º salário. Essa é a grande forma de justiça apontada por Deus: as contribuições devem ser proporcionais, ou seja um percentual dos ganhos. Todos contribuem igualmente, não em valor, mas em percentual. 

Mais uma vez, o irmão pode querer inventar um percentual qualquer. Admito até que isso pudesse acontecer se nunca tivesse tido acesso ao restante da Bíblia, mas todos nós sabemos qual foi o percentual que o próprio Deus estabeleceu ao seu povo: dez por cento dos nossos ganhos! Isso, para mim me parece satisfatório e óbvio. Não preciso sair procurando por outro meio e forma, principalmente porque se assim eu o fizer posso até dizer, eu contribuo sistematicamente com o percentual que eu escolhi, mas nunca vou puder dizer que o faço em paridade e justiça com os outros irmãos, pois quem garante que o percentual dele é igual ao meu? Eu destruiria com isso, o próprio ensinamento da proporcionalidade que Deus nos ensina através de Paulo. Porque não seguir a forma, o planejamento e a proporção que já havia sido determinada por Deus? 

Infelizmente há cristãos que não são dizimistas fiéis. Não servem de modelo para o povo. Não podem ser liderança. Quem sabe a bênção do 13º salário não será justamente o que te ajudará a ser fiel com o Senhor?! Acerte sua vida com Deus! Seja Fiel! Seja dizimista!

Rev. Ângelo Vieira da Silva
adaptado de um artigo do Presb. Solano Portela

A MARCA DA BESTA: 666, DIGO, "USB"


Uma igreja evangélica localizada no interior de São Paulo, inseriu em seus cultos a proibição do uso de qualquer tecnologia USB pelos seus fieis. O motivo? A igreja alega que o USB carrega um símbolo que prega apologia ao demônio.

O apóstolo Welder Saldanha, fundador do templo evangélico, declara que o USB representa um símbolo de satanás e não deve estar presente em lares cristãos.


Em suas palavras: “O símbolo daquilo [USB] é um tridente, que é usado para torturar almas que vão para o inferno. Usar um símbolo daqueles apenas mostra que todos os usuários dessa pífia tecnologia são de fato, adoradores de satã”, elucida o apóstolo.

Por conta dessa medida, os fieis foram instruídos a trocar todas as conexões USB por conexões comuns ou Bluetooth, que segundo Saldanha foi pertimida, já que “Azul era a cor dos olhos de nosso salvador Jesus Cristo”.

Fonte: Púlpito Cristão

03/12/2010

DIA NACIONAL DA FAMÍLIA – 08/12


Família... Como está minha família? Será que está estruturada? E os problemas que tenho com meu cônjuge? E meus filhos? Eles estão rebeldes? Hoje o tempo é tão diferente, não é...? Talvez você pense: há se fosse no meu tempo.... As coisas não eram assim quando eu era da sua idade...etc. Antes de qualquer coisa, procure entender uma verdade: Deus se importa com sua família, com seus problemas, seus conflitos, mas também com suas alegrias e seus agrados. Desde o livro do início, Gênesis, Deus inicia a lição preciosa da família. No primeiro livro de Moisés Deus vê algo que não é bom em seu paraíso: a solidão, a solidão de Adão. É o próprio Senhor que diz não ser bom que o homem esteja só (Gn 2.18). Mas o que não era bom Deus o torna bom, aliás, maravilhoso, belo e – porque não dizer – perfeito... O pesado sono que recai sobre Adão o levaria a contemplar um sonho real ao acordar... Deus faz sua auxiliadora, Eva, costela, mulher, varoa, idônea, vida. Esta, afinal, é osso dos ossos de Adão e carne de sua carne. Deus cria a família. Esta é uma família abençoada por Deus. 

Certamente em algum momento você já leu o Sl 127. Quero que você saiba que uma família abençoada por Deus é uma família consagrada a Ele. Assim, gostaria de enfatizar algumas lições apenas no verso um deste trecho das Sagradas Escrituras. O salmista entende a natureza da família e seu propósito. Para ele, uma família consagrada a Deus possui algumas características pertinentes. São elas: 

1) A FAMÍLIA É CRISTOCÊNTRICA: o Sl 127.1 diz: “Se o Senhor Não edificar a casa...”. Hodiernamente nossos valores têm se tornado valores que não glorificam ao Senhor. Isto ocorre porque não estão cristocentralizados. Mas, o que quer dizer isto? A palavra “cristocêntrica” tem duas partes: Cristo (o mesmo que Messias, o ungido, nosso Senhor) e cêntrica (que quer dizer estar no centro das atenções, ser o alvo). O salmista entendia que se o Senhor não edificasse sua casa de nada adiantaria todo o seu labor, de nada adiantaria todo o seu dinheiro; ele sabia que Deus deve estar no centro. Deus deve ser amado acima de todas as coisas, inclusive da família. Lembre-se: a real felicidade, aquela que só Deus pode conceder, são para os seus escolhidos, que vivem, confiam nEle, e, acima de tudo, O colocam como centro em seu lares. 

2) A FAMÍLIA PRECISA DE COMUNHÃO: O texto continua e salienta: “... em vão trabalham os que a edificam”. Trabalhar... Trabalhar... Trabalhar. Este é o lema de muitos lares cristãos, mas, que tristeza. O salmista usa o verbo trabalhar e edificar no plural representando a idéia de mais de uma pessoa, ou mais de uma família. O importante, porém, é entender que a família é um corpo onde todos devem viver o mesmo ideal: glorificar a Deus. Mas, como glorificar a Deus? Quando a família vai mal, a igreja vai mal. Quando a família vai bem, a igreja vai bem. Tudo isto porque a família vem de Deus (sua natureza) para glorificar a Deus (seu propósito). Daí a necessidade da comunhão, comunhão com toda família. Uma família que não vive a comunhão não tem experimentado uma real comunhão com Deus, ou seja, a paz com Deus, que excede todo conhecimento. 

Minha oração é que o Deus da Graça seja o centro de nossos lares a cada dia e que uma comunhão genuína, sincera e ininterrupta com Deus possa ser conseguida, através de uma busca mais intensa do poder de Deus. 

Rev. Ângelo Vieira da Silva