Blog de Ângelo Vieira da Silva, Marido da Keila, pai do Rafael. Cristão Calvinista, Pastor Presbiteriano. Pesquisador dedicado. Cruzeirense e Gamer de clássicos.

PARABÉNS, HOMEM PRESBITERIANO!

O calendário eclesiástico da Igreja Presbiteriana do Brasil reserva este primeiro domingo de fevereiro para a comemoração do Dia do Homem Presbiteriano. Essa comemoração foi oficializada no I Congresso Nacional de Homens Presbiterianos, realizado em Campinas, em 1966. Hoje, portanto, é um dia muito oportuno
para refletirmos a respeito dos privilégios e das responsabilidades do homem
presbiteriano.



A Escritura Sagrada mostra que Deus concedeu ao homem grandes privilégios e deu-lhe grandes responsabilidades. Ao homem foi concedido o privilégio da iniciativa na formação de seu lar. A ele foi dito: “Deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gênesis 2.24). 


Mas, também, ao homem foi dada a responsabilidade de cuidar da saúde emocional e espiritual da esposa. “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (1 Pedro 3.7). Ao homem foi concedida a liderança do lar; isso fica claro nestas palavras do apóstolo Paulo: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido” (Efésios 5.22-24). Mas ao homem foi ordenado amar sua esposa com o mais elevado amor: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25).


Ao homem foi dada também a responsabilidade sobre a vida espiritual de seus filhos. Dirigindo-se aos israelitas, Moisés disse-lhes: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas” (Deuteronômio 6.6-9). E o apóstolo Paulo escreveu aos efésios: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6.4). É o pai – e não a mãe! – que tem a responsabilidade de conduzir seus filhos ao Senhor e de educá-los na fé. A sociedade moderna também impõe ao homem grandes responsabilidades e obrigações. Diante disso, os homens precisam receber um tratamento especial. 

Nos países mais desenvolvidos já estão sendo montados centros de ajuda específicos para homens. No Canadá, por exemplo, já existem programas de assistência aos jovens do sexo masculino. A medida pretende evitar gastos previdenciários futuros com famílias que perdem cedo demais pais e maridos. No Brasil já estão surgindo grupos de amparo aos homens. Aos homens presbiterianos, os nossos parabéns pelo transcurso do seu dia, a nossa saudação respeitosa e a nossa fraterna mão estendida.
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