Pra começar, dizem eles, os felizes realmente morrem antes — isso porque são mais propensos a cair em comportamentos de risco, como beber demais, comer demais, usar drogas demais e se preocupar de menos com os perigos que tudo isso representa.
O raciocínio também é afetado pela felicidade: o pensamento das pessoas felizes é menos sistemático, e elas são menos atentas aos detalhes — por isso, tendem a fazer julgamentos mais rápidos, e potencialmente errados.
Os alegrões também são mais fáceis de enganar — em 2 estudos, voluntários mal-humorados detectaram mentiras mais facilmente do que os bem-humorados.
A felicidade mexe com o bolso, também. Em um outro estudo, conta o Washington Post, voluntários que tinham se declarado muito satisfeitos com a vida em uma primeira entrevista tinham, 20 anos depois, salários menores (cerca de $3.500 anuais a menos) do que os participantes apenas satisfeitos. Por quê? Muitos deles tinham parado de estudar antes.
Ah, outra coisa que pode influenciar a trajetória profissional: as pessoas muito felizes tendem a ser menos criativas.
A alegria também deixa as pessoas mais egoístas (tendo que dividir bilhetes de loteria entre eles mesmos e colegas de estudo, voluntários pegavam mais para si próprios do que as pessoas tristes) e menos eloquentes (os argumentos dos felizes são mais fracos).
E aí, o que você acha? Eu sou feliz e não me enquadro nesta pesquisa... rs
Crédito da foto: flickr.com/mrpunto - ADAPTADO
O raciocínio também é afetado pela felicidade: o pensamento das pessoas felizes é menos sistemático, e elas são menos atentas aos detalhes — por isso, tendem a fazer julgamentos mais rápidos, e potencialmente errados.
Os alegrões também são mais fáceis de enganar — em 2 estudos, voluntários mal-humorados detectaram mentiras mais facilmente do que os bem-humorados.
A felicidade mexe com o bolso, também. Em um outro estudo, conta o Washington Post, voluntários que tinham se declarado muito satisfeitos com a vida em uma primeira entrevista tinham, 20 anos depois, salários menores (cerca de $3.500 anuais a menos) do que os participantes apenas satisfeitos. Por quê? Muitos deles tinham parado de estudar antes.
Ah, outra coisa que pode influenciar a trajetória profissional: as pessoas muito felizes tendem a ser menos criativas.
A alegria também deixa as pessoas mais egoístas (tendo que dividir bilhetes de loteria entre eles mesmos e colegas de estudo, voluntários pegavam mais para si próprios do que as pessoas tristes) e menos eloquentes (os argumentos dos felizes são mais fracos).
E aí, o que você acha? Eu sou feliz e não me enquadro nesta pesquisa... rs
Crédito da foto: flickr.com/mrpunto - ADAPTADO






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