AS 7 IGREJAS DO APOCALIPSE - 1ª PARTE


imagesTodas as pregações, mensagens, palestras, devocionais e estudos bíblicos do Rev. Ângelo Vieira da Silva, gravadas no templo da Primeira Igreja Presbiteriana de Resplendor (MG), estão disponíveis para a edificação dos internautas nos perfis 4SHARED do autor e da Igreja. Além de ouvir, o leitor poderá compartilhar os arquivos MP3/WAV com seus contatos e, até mesmo, realizar o download que desejar. Acesse agora, clicando aqui ou aqui.

APRENDENDO COM O LUTO


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COMO JEJUAR?


A prática do jejum é fundamentada no desejo espiritual de agradar a Deus, “um anelo por Deus” (John Piper). Esse foi o questionamento do Senhor ao povo nos dias do profeta Zacarias e Isaías (Zc 7.5; Is 58.5). Jejum agradável é jejum aceitável por Deus. "O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus" (Kenneth Hagin). Portanto, jejuar de forma a agradar a Deus envolve algumas disposições, que descreverei abaixo.

Seja discreto. Foi o que Jesus ensinou, contrapondo-se à prática hipócrita de revelar que se está jejuando para ser reconhecido pelos homens (Mt 6.16-18). O problema não é dizer que se está jejuando, mas fazê-lo para parecer aos homens que se jejua, uma postura egoísta e fingida. A discrição do cristão fiel será recompensada pelo Senhor. Como expressou W. Dyer, Jesus “jejuou quarenta dias para poder banquetear-se conosco por toda a eternidade”.

Esteja em oração. Em muitos textos o jejum está intimamente ligado à oração. Dentre muitos exemplos, lembre-se da profetisa Ana (Lc 2.36-37), do profeta Daniel (Dn 9.3) e do copeiro Neemias (Ne 1.4). “Orar não é tanto submeter nossas necessidades a Deus, mas submeter nós mesmos a ele”. Nesse caso, jejum sem oração é mera dieta.

Tenha cautela. É certo que as Escrituras apresentam noções para o jejum que agradará a Deus. Porém, é necessária certa cautela diante de alguns textos. “Um erro da espessura de um fio de cabelo afasta-nos cem quilômetros do alvo”. Creio, por exemplo, que o primeiro jejum citado na Bíblia, o de Moisés (Ex 34.28), e o jejum de Elias (I Re 19.8) foram momentos extraordinários da história bíblica e não, necessariamente, uma prática ordinária para os cristãos de hoje. Igualmente, não vejo o comportamento de Daniel diante dos manjares do rei Nabucodonosor como o jejum clássico dos judeus (Dn 1.8, 12), mas como experiência para o cozinheiro-chefe do rei e medida de fidelidade ao Rei dos reis. Acautele-se e procure se informar corretamente sobre os princípios bíblicos aplicáveis ao jejum. É possível jejuar errado, desagradando a Deus, tal como expressa o jejum convocado por Jezabel (I Re 21.9-10).

Jejue parcialmente. Muito utilizado em privações de período prolongado, o jejum parcial é aquele que se realiza “por partes”, isto é, envolve abstenções selecionadas, seja na relação sólido-líquido, seja na escolha de um determinado tipo de alimento. Em razão disso, o jejum parcial é o mais exercitado por iniciantes ou por irmãos que estão impossibilitados que de se abster totalmente dos alimentos por questões médicas, por exemplo. Ao que parece, temos jejuns parciais atribuídos ao profeta Daniel (Dn 10.2-3), a Jonathas (I Sm 20.34) e a Jesus (Lc 4.2). No texto do profeta diz-se, exatamente, o quê se ficou sem ingerir: carne, vinho e manjar desejável. Provavelmente, Daniel se restringiu a uma dieta de frutas e legumes, ainda que não se possa bater o martelo. “Embora tenha escolhido o que aparentemente seja a forma menos rigorosa de jejuar, dedicou-se à ela por três semanas” (Luciano Subirá). Assim como no caso do filho de Saul, há quem interprete que o jejum de Jesus no deserto foi parcial, pois envolveu apenas o alimento, seja líquido ou sólido, pois “nada comeu naqueles dias”.

Jejue totalmente. Ao contrário do jejum parcial, o jejum total é a “abstinência completa”, de tudo, inclusive d’ água. As Escrituras Sagradas fazem poucas menções de jejuns totais, dada a dificuldade e necessidade de preparo que se exige. Jejuar sem a ingestão de água é difícil e até mesmo perigoso, daí a necessidade de cautela (Ed 10.6). Agora, o grande desafio desta forma é focar-se em censurar a carne enquanto natureza pecaminosa, não ao corpo como Templo do Espírito Santo. Ao que parece, os jejuns descritos em Ester (Et 4.16), Jonas (Jn 3.7) e por Paulo (At 9.9) foram desse tipo, dadas as circunstâncias de sua realização.

Rev. Ângelo Vieira da Silva



FUMAR É PECADO?


O fumo é um dos produtos de consumo mais vendidos no mundo. Mesmo prejudicial à saúde, a lei atual permite que os fabricantes guardem a lista em segredo. Talvez, até setecentos aditivos químicos estejam entre os ingredientes utilizados na fabricação de cigarros. São citados como ingredientes metais pesados, pesticidas e inseticidas. Alguns são tão tóxicos que é ilegal despejá-los em aterros. Aquela atraente espiral de fumaça está repleta de quatro mil substâncias, entre as quais destacam-se a acetona, o arsênico, o butano, o monóxido de carbono e o cianido. O pulmão dos fumantes e, consequentemente dos fumantes passivos (aqueles que ficam expostos à fumaça), recebe ao menos quarenta e três substâncias comprovadamente cancerígenas. Por isso, uma simples pesquisa pela internet demonstrará que 87% dos fumantes têm câncer de pulmão e 70% correm risco de apresentar doenças cardíacas.

Infelizmente, o fumo é um problema de todos. Ora, se há uma necessidade de reflexão entre cristãos que podem estar em dúvida, será a Bíblia a norteadora do assunto, mesmo que esta não trate especificamente do tema. Veja, é muito comum a liderança ser questionada acerca do cigarro em termos de transgressão espiritual, isto é, "é pecado fumar?". Creio que a resposta para tal pergunta dever ser fundamentada sobre dois princípios essenciais: o princípio do vício e o princípio da glória de Deus. Entenda:

1. O princípio do vício. Notadamente, o texto de 1 Co 6.12 é muito utilizado em situações nas quais, aparentemente, não se tem uma resposta mais específica das Escrituras. Pois bem, o texto diz: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas". Ora, se todas as coisas me são lícitas e nem todas me convém, preciso enfatizar e interpretar o sentido da continuidade do texto: “eu não me deixarei dominar por nenhuma delas”. Destaco o termo "dominar" (éxousiazô), pois seu sentido é "não deixarei meu corpo ser escravizado por sua própria vontade". Vejo tal escravização como sinônima de vício. Vejo o fumante como alguém viciado. Não existe fumante social nem cigarro sem substâncias que viciam. Cientificamente, é comprovada a necessidade do corpo do fumante em manter e/ou aumentar os níveis das substâncias tóxicas do cigarro. Então, a orientação bíblica é que não deixemos tal desejo ocorrer. Ora, se o cigarro escraviza associa-se ao mesmo resultado do pecado. Jesus veio para verdadeiramente nos libertar.

2. O princípio da glória divina. Um outro texto bíblico é citação clássica na discussão acerca de vícios: "Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo" (1 Co 6.19-20). Que fumar é prejudicial à saúde física não se discute, mas também seria à vida espiritual? Se o homem natural que fuma não tem essa preocupação, o cristão a tem, pois é santuário do Espírito Santo de Deus. O discípulo quer agradar ao seu Mestre, inclusive com seu corpo. Portanto, o cristão em dúvida deve se perguntar: é possível glorificar a Deus no meu corpo estando eu fumando? A resposta vem adiante: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus (1 Co 10.31). Assim, se sua reflexão pessoal resultar no entendimento de que é impossível agradar a Deus fumando, abandone tal prática.

Eu sei. Infelizmente, há muitos cristãos de renome que fumam. Não use da liberdade deles para fundamentar uma possível libertinagem. Dirija-se pela sua consciência cativa à Escritura. Pessoalmente, além de péssimo hábito social, compreendo que fumar se constitui um pecado que precisa ser abandonado, principalmente pelos cristãos. Se é possível tirar algum proveito do fumo, será mínimo diante dos inúmeros problemas que surgirão ao longo do tempo. Veja, não creio que se possa perder a salvação por causa do cigarro, afinal, “fumar não é menos perdoável do que qualquer outro pecado”. Apenas vejo ser uma mazela que deva ser abandonada em tempo. Será melhor para todos. Desse modo, com a ajuda do Santo Espírito de Deus que em nós habita, é possível confessar e abandonar qualquer prática pecaminosa que nos destrua ou escandalize o próximo. Não ao vício e sim para a glória de Deus.

Rev. Ângelo Vieira da Silva

POR QUE JEJUAR?


“O jejum revela as coisas que nos controlam” (Richard Foster).

Uma vez que o jejum é recomendando aos cristãos, entre o Antigo e Novo Testamentos encontraremos os motivos que nortearam a prática no passado e que podem direcionar o hábito do jejum atualmente. A partir das razões mencionadas nas Escrituras, creio que o cristão pode e deve jejuar em virtude (a) da Consagração, (b) da Tribulação e (c) da Missão. São aspectos basilares que passo a descrever a seguir.

Note: o jejum envolve aquela dedicação e busca por Deus em santidade de vida. Tal como o nazireu (Nm 6.2-4) e a profetisa Ana (Lc 2.36-37) que também se consagravam pelo jejum, os cristãos precisam dedicar suas vidas a Deus. Eles não creem no jejum, mas no Deus a quem jejuam. Nesse sentido, o arrependimento, a leitura da Bíblia e a intercessão acompanharão o jejum.

Igualmente, a confissão de pecados é uma atitude incontestável para a consagração, ainda mais quando acompanhada pelo jejum e pano de saco (I Sm 7.6; Ne 9.1; Jn 3.1-10; Jl 2.12). Nesse sentido, o jejum foi realizado em busca de direção, de compreensão da vontade de Deus, pela oração, como no caso de Daniel diante das profecias de Jeremias e da visão no rio Tigre (Dn 9.1-3, Dn 10.2-3).

O cristão atribulado por perigos, enfermidades, lutos ou tristeza, vê no jejum uma oportunidade de fortalecimento e esperança. Em meio à aflição e sob o risco de ser vencido pelos moabitas e amonitas, o rei Josafá apregoou um jejum em todo Judá (II Cr 20.1-3). Na dolorida guerra contra os filhos de Benjamim, Israel também jejuou (Jz 20.26). A tribulação nos dias de Mordecai levou os judeus a jejuarem (Et 4.1-3). O rei Acabe jejuou depois de ter ouvido a advertência de Elias sobre o juízo (I Re 21.27). Os cristãos também têm batalhas que envolvem preparação com jejuns (Mt 17.21; Mt 9.15; Mc 9.29; Mc 2.20). O rei Davi jejuou em favor do filho enfermo que nascera de Bate-Sebá (II Sm 12.16-23) e, ainda, por seus inimigos (Sl 35.13) ou em virtude deles (Sl 69.9-11). Até os lutos pelas mortes do rei Saul, Jônatas e Abner, levaram Davi e o povo a jejuar (I Sm 31.13; II Sm 1.11-12; II Sm 3.31-35). 

Os servos precisam de seu Senhor no desempenho de suas missões. Esdras, por exemplo, proclamou um jejum por sua jornada (Ed 8.21-23). Ester conclamou um jejum para seu encontro com o rei: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci” (Et 4.16).

Ademais, Jesus só começou seu ministério após estar cheio do Espírito Santo, se preparando em jejum prolongado e especial no deserto (Lc 4.1-2). A obra missionária de Paulo e Barnabé se iniciou com as orações e jejuns da igreja de Antioquia (At 13.2-3). Jejuava-se até para a eleição daqueles que teriam a missão de pastorear o rebanho de Deus (At 14.23). Na verdade, a prática de jejuns era presente no dia-a-dia ministerial de Paulo (At 9.9, 19; 2 Co 6.5; 2 Co 11.27).

Rev. Ângelo Vieira da Silva

AFIRMANDO NOSSA CONFIANÇA NO SENHOR


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A ONISCIÊNCIA DE DEUS


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A BÍBLIA ORDENA JEJUAR?


“Não é a comida que nos recomendará a Deus, pois nada perderemos, se não comermos, e nada ganharemos, se comermos” (1 Co 8.8).

A resposta para tal pergunta pode ser “SIM” e “NÃO”, o que conduz a reformulação da questão para: a Bíblia recomenda jejuar? Nesse caso, a resposta será um intenso SIM. Pode ser uma questão de Lei e Graça, de antiga e nova alianças; todavia, observemos o jejum entre ordenança e recomendação. Sim, ao se verificar as noções bíblicas do jejum o leitor perceberá que há uma ordenança explícita para o jejum que cessou. Leia a pastoral anterior sobre jejum clicando aqui.

Como já citado na pastoral anterior, o Antigo Testamento revela que os judeus tinham um único dia de jejum instituído por ano, como ordenança na Lei cerimonial: o “Dia da Expiação” ou “dia do jejum” (Lv 23.27; Nm 29.7-11; Jr 36.6). Apesar disso, o único uso imperativo de jejum se deu na necessidade da rainha Ester (Et 4.16), aplicação diferente daquele instituído na Lei, cumprida em Cristo. Na verdade, a exigência de abstinência de alimentos no Novo Testamento até é vista como um falso ensino dos últimos tempos: “ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado” (1 Tm 4.1-5).

Por outro lado, um estudo bíblico coerente perceberá que há uma recomendação implícita para a prática do jejum, o que permanece para os dias de hoje. Entenda: mesmo que o aspecto legal tenha se consumado, há menções bíblicas acerca do jejum que o tornam uma prática recomendada para hoje, ainda que implicitamente. Além dos registros vétero-testamentários que abordaremos na próxima pastoral, destaco que Jesus recomendou o jejum nos evangelhos (Mt 6.16-18; Mt 9.14-17; Lc 5.33-35), inclusive, criticando o legalismo infundido na bendita prática, o que Paulo também censurou (Rm 14.3-6; Cl 2.20-23; 1 Co 8.8). A Igreja Primitiva jejuava (At 13.3; At 14.23), por que não jejuaríamos nós, a Igreja de hoje? Portanto, a partir do conhecimento das diretrizes explícitas e implícitas nas Sagradas Escrituras, a Igreja concluirá que pode e deve jejuar.

Agora, não jejue por mandamento, mas por contentamento; não para mudar a Deus, mas para mudar a si mesmo. Como destacou John Piper, “metade do jejum cristão é que a perda do nosso apetite físico é pelo fato de a nossa saudade de Deus ser muito intensa. A outra metade é que a nossa saudade de Deus é ameaçada porque nossos apetites físicos são muito intensos”. Tenha em mente um jejum que agrada a Deus. Ouça a voz profética de Isaías (Is 58.3-7) e reconheça que os maiores adversários para a prática bíblica do jejum poderão ser as dádivas do próprio Deus: “dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos a nossa alma, e tu não o levas em conta? Eis que, no dia em que jejuais, cuidais dos vossos próprios interesses e exigis que se faça todo o vosso trabalho. Eis que jejuais para contendas e rixas e para ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto. Seria este o jejum que escolhi, que o homem um dia aflija a sua alma, incline a sua cabeça como o junco e estenda debaixo de si pano de saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aceitável ao SENHOR? Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo? Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante?”.

Rev. Ângelo Vieira da Silva