À IGREJA DO DEUS VIVO EM RESPLENDOR


“Escrevo-te estas coisas, esperando ir ver-te em breve; para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (I Tm 3.14-15).

Um dos pastores que marcaram a história de nossa igreja foi o Rev. Sinval Filgueiras de Morais. Aos longo dos mais de vinte anos que pastoreou nesse lugar, somou alegrias, multiplicou frutos, subtraiu incredulidade e dividiu o evangelho com o povo resplendorense. Todavia, já em 1933 a vida espiritual da Igreja não era como Cristo requeria. Ele registrou: “Há muito venho impressionado com a vida espiritual da nossa igreja, em nada satisfatória. Aquela vida de dependência do Espírito, de interesse pela Causa, de entusiasmo e de missão, não existe atualmente em nossa comunidade” (Memórias, p. 164). 

Precisamos cientificar-nos de nossa realidade espiritual como Corpo. Como Paulo registrou, a Igreja é a “ekklesia”, a reunião dos cidadãos “chamados para fora” a fim de anunciar as virtudes de Deus. É justamente nessa comunidade de santos que Paulo recorda como se deve proceder. “A orientação quanto à conduta de todos os membros da igreja, não somente de Timóteo, é necessária e visa a cada congregação, cristão e ajuntamento em Nome do Senhor”. Assim, como se deve proceder na Igreja do Deus Vivo?

1. RECONHEÇA A IGREJA COMO A CASA DE DEUS

O cristão é a Casa de Deus (oikos). Na plenitude da revelação bíblica Deus passa a habitar não apenas no meio, mas dentro de seu povo. Cada cristão fiel é a Casa de Deus (I Co 3.16; 1 Co 6.19; 2 Co 6.16).

Também o templo é a Casa de Deus (oikos). Desde um lar, passando por um palácio até o Tabernáculo/Templo, tem-se a casa como um lugar de habitação. Deus habita em sua Casa. A Igreja não é um negócio particular (Hendriksen). É um local onde Deus habita, pois seu povo congrega ali (II Tm 2.19; Mt 16.18; 1 Pe 2.5).

2. IDENTIFIQUE A IGREJA COMO A COLUNA DA VERDADE

Coluna é sustentação (stulos). Geralmente, a coluna podia ser uma peça utilizada na arquitetura para sustentar coberturas, tetos. Era um pilar, um suporte. Identificar a Igreja como a coluna da verdade é essencial num mundo de estacas da mentira (Gl 2.9). Lembre-de da Diana do Efésios, por exemplo. Era um templo afamado, uma das sete maravilhas do mundo. Segundo Willian Barclay, havia nele 127 colunas, e cada uma delas era presente de um rei. Todas elas eram de mármore e algumas tinham pedras preciosas incrustadas ou estavam cobertas de ouro. Só a graça! Tanta beleza e opulência a serviço da mentira...

Semelhantemente, a coluna também se refere a testemunho (stulos), pois a palavra fora aplicada à pedra que servia para marcar um lugar sagrado ou para conservar a lembrança de alguma pessoa ou de algum acontecimento (Jr 1.18), como testemunho solitário ou entre duas partes (Gn 28.18; Gn 31.52). Fora usada também para divulgação, quando criadas para afixação de anúncios nos mercados antigos (MacDonald).

3. PROCLAME A IGREJA COMO O BALUARTE DA VERDADE

A Igreja é baluarte (hedraioma). Parecida com o conceito de “Coluna”, um baluarte (Sl 18.2) era o apoio, o suporte, o fundamento que equilibrava toda a estrutura arquitetônica. Há uma ascensão com clímax aqui. A verdade não é apenas encontrada na Igreja, “ela é o próprio fundamento da verdade” (Hendriksen). A Igreja deve proclamar a verdade neste mundo desequilibrado.

Finalmente, resta-nos compreender que cada congregação e cristão são uma genuína “Casa”, “Clouna” e “Baluarte” de Deus. Não ocupados como os templos pagãos por ídolos inanimados, senão gozando a manifesta presença do Deus vivo. Na Igreja do Deus vivo ajudamos uns aos outros com nossas experiências espirituais. Reconheçamos que esta é a Casa de Deus! Identifiquemos que esta é a Coluna da Verdade! Proclamemos como Baluarte da Verdade!

Não se desanime com a Igreja do Deus Vivo. Todos temos nossas lutas e desafios. Até mesmo nosso Pastor, Rev. Synval, teve seus desafios espirituais. Registrou: “Já faz uma semana que estou aqui. Quantas lutas tenho tido dentro de mim! Quanto desânimo, nestes poucos dias já entrou em meu coração! Os meus problemas continuam insolúveis... A melancolia tem me assaltado e desjo partir daqui. Li ligeiramente a história do Dr. Simonton no Brasil – que bem me fez!” (Memórias, p. 110-111). Assim como ele, apeguemos aos maravilhosos exemplos de fé e dedicação avançando para o alvo, cumprindo a carreira, guardando a fé.

Rev. Ângelo Vieira da Silva

JESUS, O GRANDE EU SOU – PARTE 7 - VIDA



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BEM-AVENTURADOS OS MANSOS


“Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt 5.5).

Os grandes equívocos na interpretação do sentido de “mansos” resumem-se em fraqueza e brandura. Ora, a mansidão não é sinônima de fraqueza! Jesus não está falando daquelas pessoas visivelmente enfraquecidas, fragilizadas, passivas, com falta de perspicácia ou de caráter. A força física, seja intensa ou apática, não é fator determinante para a bênção divina. Lembre-se que um dos grandes juízes de Israel foi o fortíssimo Sansão (Jz 13.24). Igualmente, a mansidão não se refere àquela total brandura. Sim, há pessoas que interpretam a bem-aventurança aplicando-a aquele grupo de pessoas de gênio brando, pacífico, sereno, tranquilo, quieto. Todavia, o homem mais manso de sua geração pode se encolerizar (Nm 12.3; Nm 11.10-15; Nm 20.11-12). Nem o próprio Deus bondoso deixa de se indignar e se irar com o pecado dos homens (Rm 1.18). Assim, é interessante notar que o filósofo grego Aristóteles (aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande, século IV) definiu a mansidão como o justo meio entre a ira excessiva e a falta absoluta de ira, ou passividade.

Há um sentido espiritual em “mansos” (praus, gr.), palavra ligada às ideias de “sujeição e subordinação espirituais”, “sem algum tipo de disputa ou resistência”, ao “suportar sem amargura”. Também está bem conectada com a primeira bem-aventurança, os pobres de espírito (Is 11.4; Is 29.19). Aparentemente, a única diferença está nas relações, isto é, a primeira se refere a Deus e a segunda aos homens. Portanto, a terceira bem-aventurança ensina que são extremamente felizes os cristãos que se “submetem ao Senhor diante de qualquer situação”, mantendo no coração “à disposição de sofrer dano ao invés de causá-lo” (Kistemaker), deixando tudo nas mãos do Deus vivo. Nesse sentido, os cristãos aprendem o modelo de Cristo. Jesus é o seu padrão de mansidão (Mt 11.29), pois Ele se submeteu a vontade do Pai (Jo 4.34; Fp 2.8). Desse modo, o povo de Deus entende o valor da mansidão. Além do modelo divino, o próprio Espírito Santo produz o fruto de mansidão no cristão. Esse é o seu valor prático (Ef 4.2; Cl 3.12; 1 Pe 3.4, 14; Gl 5.23; 1 Tm 6.11; 2 Tm 2.25; Tg 1.21; Tg 3.13). Em tudo isso se vê que o cristão manso é aquele que não se ressente, que não guarda rancor. A mansidão será o antônimo de “espírito vingativo”.

Qual é a promessa desta bem-aventurança? Muito além da terra arável, o chão ou os continentes deste mundo, o texto diz que os mansos “herdarão a terra”, isto é, a nova e durável terra da justiça: “Mas os mansos herdarão a terra e se deleitarão na abundância de paz... Aqueles a quem o SENHOR abençoa possuirão a terra; e serão exterminados aqueles a quem amaldiçoa. Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre. Espera no SENHOR, segue o seu caminho, e ele te exaltará para possuíres a terra; presenciarás isso quando os ímpios forem exterminados”... “Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça”... “Porque não somente vos compadecestes dos encarcerados, como também aceitastes com alegria o espólio dos vossos bens, tendo ciência de possuirdes vós mesmos patrimônio superior e durável. Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. 36 Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa” (Sl 37.11, 22, 29, 34; 2 Pe 3.13; Hb 10.34-36).

Rev. Ângelo Vieira da Silva

JESUS, O GRANDE EU SOU – PARTE 7 - CAMINHO



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PRESBITÉRIO DE RESPLENDOR: 60 ANOS

Com o desdobramento do Presbitério Leste de Minas para a formação do Presbitério Norte de Minas intensificou-se de modo notável a evangelização das férteis zonas do Vale do Rio Doce, tendo sido necessário um novo desdobramento para a organização de dois presbitérios em 1952: Vale do Rio Doce e Caratinga. Novo impulso de progresso coroou o esforço de uma plêiade de consagrados obreiros da vinha do Senhor nesta rica região com o surgimento de novas igrejas. Assim sendo, em 1955 o rol do Presbitério do Vale do Rio Doce já contava 27 Igrejas, tornando-se necessário um novo desdobramento para maior expansão do Reino de Deus. Então, o Sínodo Minas-Espírito Santo, em sua reunião de julho de 1955 em Dom Cavatti, atendendo o desejo de nossa região, determinou a organização do Presbitério de Resplendor, o que se concretizou na data de 06/01/1956 no templo da Igreja Presbiteriana de Resplendor (atual sede do PRSP), sendo o Rev. Orlando Sathler o Relator da Comissão de Organização. 

As primeiras igrejas de nosso Presbitério foram Mutum, Lajinha do Mutum, Resplendor, Fanal, Alto Ituêto, Aimorés, Pedra de Jacó, Sossego, Santa Cruz, Salém, Betel, Areia Branca – oriundas do Presbitério Vale do Rio Doce – Alto Rio Novo, Elim e Baixo Guandu – cedidas pelo Presbitério de Vitória. Os primeiros ministros foram os Reverendos Galdino do Nascimento, Jeconias Ferreira da Cunha, Júlio Salles, Ademário da Silva e Antônio Nunes de Carvalho.

Hoje o Presbitério de Resplendor possui 08 igrejas (Primeira, Segunda e Terceira de Resplendor, Alto Ituêto, Aimorés, Parque dos Eucaliptos, Baixo Guandu e Mutum), 20 congregações e 06 pontos de pregação reunindo quase três mil membros entre comungantes e não-comungantes. Além disso, o concílio dispõe de 12 pastores, 45 presbíteros, 80 diáconos, 08 missionários, 07 seminaristas/ibelinos, 12 evangelistas e 05 aspirantes.

Rev. Ângelo Vieira da Silva

JESUS, O GRANDE EU SOU – PARTE 6



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BEM-AVENTURADOS OS QUE CHORAM


“Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados”...
“... Bem-aventurados vós, os que agora chorais, porque haveis de rir” (Mt 5.4; Lc 6.21b).

Equivocam-se aqueles que sugerem que o choro da bem-aventurança refere-se apenas ao pranto pelo luto ou “todo e qualquer choro”. As pessoas choram por alegria e tristeza; pranteiam por diferentes situações da vida. Dos motivos mais triviais (como um time de futebol) aos mais complexos (perda de um ente querido), o ser humano se expressa pelas lágrimas. Considerar todo pranto dentro da bem-aventurança é vulgarizar a bem-aventurança. Jesus está falando de um choro específico, que produz arrependimento para a salvação: “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte” (II Co 7.10). Ademais, apesar de a expressão grega ter sua relação com o luto, as bem-aventuranças são de teor espiritual e se seguem uma à outra. Ora, se reconheci minha pobreza espiritual na primeira bem-aventurança, choro por essa condição na segunda. Se há luto aqui é um pesar espiritual. Daí a exortação do Senhor Jesus: “Ai de vós, os que estais agora fartos! Porque vireis a ter fome. Ai de vós, os que agora rides! Porque haveis de lamentar e chorar” (Lc 6.25).

“Choram” (pentheo, gr.) refere-se ao “ser afetado profundamente”, “àquele que pranteia intensamente por alguém morto”. De fato, é o que ocorre na vida espiritual. Logo, a bem-aventurança ensina que são extremamente felizes os cristãos que, reconhecendo sua condição espiritual de morte, lamentam as consequências produzidas por seus atos pecaminosos diante do Deus vivo. A segunda bem-aventurança é uma consequência da primeira. Portanto, qualquer cristão deve prantear pela desobediência à Lei (Sl 119.136), pelas ações dos adversários (Sl 6.6-8), pelo pecado do povo (Ed 10.6). Todavia, amanhã os cristãos não mais chorarão. Tudo passará na eternidade com Deus, inclusive o pranto: “Tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o SENHOR Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do seu povo, porque o SENHOR falou”... “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão”... “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Is 25.8; Sl 126.5; Ap 21.4).

Finalmente, pergunto: qual é a promessa desta bem-aventurança? Ora, o riso pelo consolo providente de Deus: “Tenho visto os seus caminhos e o sararei; também o guiarei e lhe tornarei a dar consolação, a saber, aos que dele choram”... “Como alguém a quem sua mãe consola, assim eu vos consolarei; e em Jerusalém vós sereis consolados” (Is 57.18; Is 66.13). “Consolados” (parakletos, gr.) é o termo também utilizado para o Advogado Jesus e o Espírito Consolador, aqueles que se “posicionam ao nosso lado”. Haveremos de “sorrir” porque o Senhor nos consolará: “Em verdade, em verdade eu vos digo que chorareis e vos lamentareis, e o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria. A mulher, quando está para dar à luz, tem tristeza, porque a sua hora é chegada; mas, depois de nascido o menino, já não se lembra da aflição, pelo prazer que tem de ter nascido ao mundo um homem. Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar” (Jo 16.20-22).

Rev. Ângelo Vieira da Silva

JESUS, O GRANDE EU SOU – PARTE 5B



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JESUS, O GRANDE EU SOU - PARTE 5A



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JESUS, O GRANDE EU SOU - PARTE 4



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JESUS, O GRANDE EU SOU - PARTE 3



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JESUS, O GRANDE EU SOU - PARTE 2



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BEM-AVENTURADOS OS POBRES DE ESPÍRITO


“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus”... “Então, olhando ele para os seus discípulos, disse-lhes: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus” (Mt 5.3; Lc 6.20).

“Não poderemos ser cheios enquanto não formos primeiramente esvaziados” (D. M. Lloyd-Jones). É justamente esse o ensino da primeira bem-aventurança. Naturalmente, muitos associam a bem-aventurança com uma condição exterior ou uma espiritualidade inferior. Equívocos. Ora, é certo que a condição exterior não leva alguém à felicidade real. Sabemos que os ricos eram invejados e os pobres eram humilhados no contexto de Tiago, por exemplo: “Ouvi, meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que ele prometeu aos que o amam? 6 Entretanto, vós outros menosprezastes o pobre. Não são os ricos que vos oprimem e não são eles que vos arrastam para tribunais?” (Tg 2.5-6). Contudo, além de uma percepção material, o livro de Apocalipse ensina como alguém pode ser pobre embora se julgue rico e como pode ser rico em meio à pobreza: “pois dizes [Laodicéia]: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu”... “Conheço a tua tribulação [Esmirna], a tua pobreza (mas tu és rico) e a blasfêmia dos que a si mesmos se declaram judeus e não são, sendo, antes, sinagoga de Satanás” (Ap 3.17; Ap 2.9). Igualmente, a bem-aventurança de Jesus não premia aqueles com uma espécie de espiritualidade inferior. “Pobre em espírito” está relacionado ao espírito da pessoa, à sua essência e estado espirituais, não aos seus atos de espiritualidade. Logo, não é esse o sentido da bem-aventurança. A vida espiritual do cristão deve ser rica: “pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos”... “entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (2 Co 8.9; 2 Co 6.10). 

Humildes/pobres” (ptochos, gr.) refere-se àquele que é “necessitado”. Assim, associando-se a expressão “de espírito”, interpreta-se que são extremamente felizes os cristãos que se convenceram de sua pobreza espiritual, tornando-se conscientes de sua miséria e necessidade do Deus vivo, tal como Davi: “Eu sou pobre e necessitado; ó Deus, apressa-te em valer-me, pois tu és o meu amparo e o meu libertador. SENHOR, não te detenhas!” (Sl 70.5). Ora, Jesus quer cristãos sem orgulho (Lc 18.13; Pv 16.19), que admitem sua condição (Rm 7.14), temem a Deus (Is 66.2) e se arrependem de seus pecados (Jl 2.13; Mt 3.2): “Melhor é ser humilde de espírito com os humildes do que repartir o despojo com os soberbos”... “Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado”... “Porque a minha mão fez todas estas coisas, e todas vieram a existir, diz o SENHOR, mas o homem para quem olharei é este: o aflito e abatido de espírito e que treme da minha palavra”... “Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus, porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e se arrepende do mal”. Naturalmente, assim serão “ricos de espírito” com uma promessa inabalável. Sim, a bem-aventurança tem sua promessa. Qual é? Obviamente, a posse do reino dos céus: “porque deles/vosso é o reino dos céus”.

Rev. Ângelo Vieira da Silva

AS 7 IGREJAS DO APOCALIPSE - 7ª PARTE



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