CRISTÃO E SAFADÃO


“Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13.13-14).

Muito dos fenômenos musicais em torno do Forró Eletrônico, do Funk e outros estilos musicais tem revelado o quanto o ser humano é corrompido pelos seus pecados. O intenso uso de palavras com duplo sentido, a sensualidade implícita ou explícita, as coreografias escandalosas e vergonhosas, enfim, a péssima qualidade de muitas composições metralham a dignidade, a decência, a honra e muitos outros valores.

Não surpreende que homens pecadores se intitulem “safadões”, pois o mundo jaz no maligno (1 Jo 5.19). Entretanto, embaraçoso é pensar na real possibilidade de alguém se revelar “cristão e safadão”. Ora, talvez não se curta a “garota safada” ou as “vingadoras de metralhadora”, mas se persista indecentemente em dois caminhos, a “serviço” de dois senhores, jorrando água doce e amargosa para a vergonha do evangelho.

Responda, se puder:

É cristão e não se vê como o menor?
É cristão e não cuida de sua família?
É cristão e não namora sem sexo?
É cristão e não paga os seus impostos?
É cristão e não se dirige a “certas” pessoas?
É cristão e não para de sensualizar na internet?
É cristão e não convive bem com não cristãos?
É cristão e não impede intrigas e tramas?
É cristão e não honra os seus pais?
É cristão e não estuda a Palavra de Deus?
É cristão e não ajuda o seu próximo?
É cristão e não evita a embriaguez?
É cristão e não respeita o seu cônjuge?
É cristão e não se importa com subornos?
É cristão e não tem vida de oração?
É cristão e não consente ser admoestado?
É cristão e não renuncia a pornografia?
É cristão e não gasta pelo quanto ganha?
É cristão e não disciplina o filho?
É cristão e não evita más companhias?
É cristão e não aprendeu a perdoar?
É cristão e não se separa do mundo?
É cristão e não congrega com cristãos? (...)

Infelizmente, você pode ser um cristão safadão. Eis a impudicícia.
Tenha vergonha! Não “tá tranquilo nem favorável”. É dissolução.

Não há comunhão entre a luz e a escuridão, entre a santidade e a prostituição, entre Cristo e um safadão. É justamente por isso que, difamando-nos, os incrédulos estranham que não concorramos com eles ao mesmo excesso de devassidão (1 Pe 4.4). Pense nisto.

Rev. Ângelo Vieira da Silva

1 comentários:

Comente essa postagem aqui:
EmoticonEmoticon