POR QUE JUDAS TRAIU JESUS COM UM BEIJO?

Li um artigo muito interessante nesta semana. Segundo um antigo texto egípcio (1200 d.C.) traduzido recentemente e atribuído ao pseudo-Cirilo de Jerusalém (400 d.C.), Jesus tinha o poder de mudar sua aparência; era um metamorfo. Segundo o apócrifo, foi justamente por esse motivo que Judas teria escolhido um ósculo como sinal combinado no episódio da traição. Considerando tal poder, o traidor necessitava beijar o Senhor para identificá-lo à escolta armada. Alega o manuscrito: “então os judeus disseram a Judas: como o prenderemos se ele não tem uma forma única, mas sua aparência muda? Algumas vezes é negro, outras é branco, outras é vermelho, algumas vezes tem a cor do trigo, algumas vezes é amarelo... algumas vezes é jovem, outras vezes é um homem velho...”.

DIA NACIONAL DO JOVEM PRESBITERIANO

Todo terceiro domingo de maio nas igrejas presbiterianas de nosso país comemora-se o Dia Nacional do Jovem Presbiteriano. Esta é uma grande oportunidade de homenagear em Cristo esta força de integração, que já se chamou Sociedade de Jovens, Sociedade Heróis da Fé, Sociedade Esforço Cristão, etc.

Historicamente, como descreve o Manual Unificado das Sociedades Internas, desde 1936 os jovens das centenas de igrejas presbiterianas do Brasil já estavam se organizando, levando o Supremo Concílio (SC) a recomendar que os pastores dessem todo o apoio para que os jovens se organizassem em cada igreja sob o nome de União da Mocidade Presbiteriana (UMP).

Em 1938 o Supremo Concílio, reunido em Fortaleza-CE, entendeu que os jovens presbiterianos careciam de maior carinho, cuidado e atenção por parte dos ministros (em âmbito nacional). Assim, criou-se a Secretaria Geral da Mocidade, nomeando para exercer o cargo o Rev. Benjamin Moraes.

A partir de sólidas e animadoras informações do Secretário Geral, o SC reconheceu que estava no tempo de também os jovens presbiterianos terem a sua organização nacional. No Instituto Presbiteriano Álvaro Reis - INPAR, em fevereiro de 1946, foi realizado o Primeiro Congresso Nacional da Mocidade Presbiteriana, e organizada a Confederação da Mocidade Presbiteriana (CMP), hoje com o nome de Confederação Nacional da Mocidade (CNM). O primeiro presidente da Confederação foi o jovem Tércio Epêneto Emerique, mais tarde ordenado pastor.

Em 1960, devido a dificuldades de relacionamento entre a diretoria da Confederação e a direção da Igreja, a Comissão Executiva do Supremo Concílio resolveu extinguir a Confederação da Mocidade Presbiteriana e alterar a estrutura do trabalho dos jovens em âmbito nacional. Vinte e seis anos a mocidade passou sem o seu órgão maior. Finalmente, em 1986, sob a coordenação do Rev. Cleómines Anacleto de Figueiredo, então Secretário Geral, foi reorganizada a Confederação Nacional da Mocidade. A cada quadriênio o trabalho vem crescendo de forma positiva e animadora, para honra e glória do Senhor.

A informação atualizada até esta data é que a Confederação Nacional de Mocidade hoje abrange 46 Confederações Sinodais, envolvendo 102 Federações Regionais que compreendem 403 UMPs com cerca de 7.099 unionistas. Seu moto é: “Alegres na esperança, Fortes na fé, Dedicados no amor, Unidos no trabalho”. A UMP não tem lema, mas o tema de seu quadriênio (2014-2018) é “Servos uns dos outros, pelo amor! Gl. 5.13”. Seu hino oficial é o nº 382 “Mocidade Presbiteriana”. Seu periódico oficial é a “Revista Mocidade Presbiteriana”. A marca da UMP (ao lado) é a estilização de uma tocha acesa, cravada em sua frente uma estrela de cinco pontas, contendo em seu interior a estilização da sigla UMP. A sua forma, constituída de traços precisos e cores vivas, expressa modernidade e dá movimento à marca, proporcionando uma imagem gráfica de estilo sofisticado. Parabéns, Jovens Presbiterianos!

Rev. Ângelo Vieira da Silva

O VERDADEIRO SENTIDO DA PÁSCOA

Não há como negar... A educação cristã quanto ao verdadeiro sentido da Páscoa é vedada, se não contestada, se não omitida. Não podemos esquecer que a Páscoa, a principal festa do judaísmo em comemoração à libertação dos israelitas da escravidão do Egito pelo mar Vermelho há mais de 3.200 anos através de Moisés (Ex 12.1-28; Lv 23.5-8, Nm 9.1-14), no Pacto da Graça celebra unicamente a ressurreição de Jesus Cristo no dia do Senhor, no domingo (Lc 24.1; At 20.7; I Co 16.2 e Ap 1.10). Na Páscoa de Cristo a lembrança viva precisa ser o sacrifício de Jesus na cruz que nos liberta da escravidão do pecado. Nosso Senhor suficientemente se ofereceu como Cordeiro de Deus para tirar o pecado do mundo, vencer a morte e ressuscitar ao terceiro dia. 

PÁSCOA É PASSAGEM...


O sentido histórico da “Páscoa” não pode ser vedado ou omitido por judeus e cristãos. O “Pessach”remonta a principal festa do judaísmo em comemoração à libertação dos israelitas da escravidão do Egito, feito administrado por Moisés e selado com a “passagem” do povo hebreu pelo Mar Vermelho há mais de 3.200 anos (Exodo 12.1-28; Levítico 23.5-8, Números 9.1-14). Igualmente, no pacto da graça entre os cristãos, celebra-se a ressurreição de Jesus Cristo no chamado dia do Senhor, o domingo (Lucas 24.1; Atos 20.7; 1 Coríntios 16.2 e Apocalipse 1.10). Esta “Páscoa de Cristo” é uma lembrança viva do “sacrifício do Cordeiro” de Deus na cruz, que possibilita a “libertação da escravidão do pecado”.